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Traditional

Dom solidom

Dom Solidom é uma canção tradicional portuguesa da região do Ribatejo e Estremadura, normalmente tocada e cantada por grupos musicais de cariz tradicional e também eternizada por Amália Rodrigues em 1966 num concerto no Lincoln Center em Nova Iorque. A canção descreve a aparência de uma menina e o cuidado que ela deve ter com a sua trança.

Quanto à expressão Dom Solidom parece resultar de um tipo de acompanhamento que seria realizado com os acordes de Sol e Dó (portanto Dó-Sol-Dó).

TEXTO E RITMO

 

  • Utilizando os instrumentos da sala de aula ou o corpo, o grupo marca a pulsação da canção.

  • Na introdução, propõe-se que o grupo improvise ritmicamente.

  • Em seguida combinam um ostinato rítmico para as partes A e B.

  • Para reforço do texto, os alunos podem fazer gestos que imitem as palavras que estão a dizer (ex: ponha a mão na trança - as meninas podem por a mão o cabelo).

  • Dividir a turma em duas partes e a primeira metade da turma canta as primeiras duas estrofes enquanto a segunda metade canta as outras duas, depois trocam.

 

 

MELODIA E FORMA

 

  • Ouvir primeiramente a versão áudio – Voz e acompanhamento de toda a canção.

  • Identificar qual o instrumento que está a fazer a melodia.

  • O grupo, por imitação, aprende a canção.

 

SABER MAIS

 

  • Ouvir outras versões da canção (por ex: Dom Solidom - Coro Misto da Covilhã)

  • Explorar com as crianças o conceito de canção tradicional, dialogar sobre as características das canções tradicionais portuguesas, como neste exemplo, as características das canções tradicionais portuguesas do Ribatejo e Estremadura.

  • Ouvir outras canções e músicas do Ribatejo (por ex: Desgarrada na LezíriaFandango)
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Score
Lyrics

Dom solidom

 

Ai, a menina, dom solidom,

como vai contente.

Ponha a mão na trança, dom solidom,

não lhe caia o pente.

 

Ai, a menina, dom solidom,

como vai airosa.

Ponha a mão na trança, dom solidom,

não lhe caia a rosa.

 

Ai, a menina, dom solidom,

como vai bonita.

Ponha a mão na trança, dom solidom,

não lhe caia a fita.

 

Ai, a menina, dom solidom,

com o seu raminho.

Ponha a mão na trança, dom solidom,

segure o lacinho.

 

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