Este website utiliza cookies para nos ajudar a prestar-lhe um melhor serviço aquando da sua visita ao nosso site. Ao continuar a utilizar este website, está a permitir a nossa utilização destes cookies. Continuar

Autor

Espiral

Composição de Cristóvão Manuel da Costa Silva sobre um poema de Maria Alberta Menéres, canção com atribuição de Menção Honrosa no 2.º Concurso de Composição de Canções para Crianças sobre Poemas Portugueses, promovido pela Associação Portuguesa de Educação Musical e apoiado pelo INATEL. 

Selecionar versão Vídeo | Áudio:
Voz e acomp.
Acompanhamento
Pauta
Análise musical da canção

Características melódicas

 

A melodia está na tonalidade de Fá M e tem um âmbito de 10a M [Dó 3 – Mi 4]. É constituída por intervalos melódicos de 2ª (m e M), 3ª (m e M) e de 4ª P.
As frases melódicas coincidem com os versos das estrofes.

 

Características rítmicas

 

A melodia está escrita em compasso quaternário simples (4/4).

O ritmo é silábico, com uma estreita ligação com a prosódia do texto, e quase exclusivamente escrito em semínimas e mínimas pontuadas. As frases melódicas iniciam-se quase sempre com colcheia pontuada e semicolcheia.

O andamento é constante: Animato (semínima = 132).

 

Forma

 

Forma binária (A B) que é posteriormente repetida com pequenas alterações (A’ B’). As repetições da melodia não correspondem a repetições do texto.

 

Arranjo/Instrumentação

 

A canção tem um acompanhamento exclusivo de piano.

O acompanhamento segue o plano formal seguinte: Introdução, A B, pequeníssimo interlúdio, A’ B’, Coda. 

 

Nota sobre a canção/composição

 

A presente canção faz parte da obra “24 Canções Infanto-juvenis para Coro S, SA & SAT” e é o resultado composicional dos estudos de Mestrado em Ensino da Música (Área de Composição) que autor efectuou na Escola Superior de Música de Lisboa.

Ficha da canção
Download
Pauta
Letra

Espiral

 

Bato à porta. Ninguém diz:
"pode entrar, faça favor!"
Não há degrau não há voz
nem há fumo nem calor.

É a casa do caracol,
não está pintada de cal
e no entanto brilha ao sol
na sua forma espiral.

Bato à porta não há porta:
só um buraco profundo
um túnel que há-de acabar
no centro daquele mundo.

O caracol foi-se embora.
Porque mudou de espiral?
Porque foi mudar de casa
sem recado nem sinal?

TAGS
caracol espiral Maria Alberta Menéres
A Minha Lista