Tintim sou de Trás-Os-Montes,
de Trás-Os-Montes, terras bravias.
Em trono 'stou colocado,
só vejo serra e penedias.
Tintim olaré, Tintim,
você diz que não e eu digo que sim.
Ao romper da bela aurora,
a gente canta pela estrada fora.
Adeus, que me vou embora,
se não demora, porque é que chora?
Não val´ a pena chorar,
porque eu depressa hei-de voltar.